• arajara03
  • arajara02
  • arajara01a
  • social
  • arajara04

Medições indicam que época seca cresce uma semana por década.
Pesquisadores afirmam que ação humana é possível causa.

Mapa mostra em cor avermelhada as áreas do sul da Amazônia mais suscetíveis à seca prolongada. (Foto: Ranga Myneni/Jian Bi/Nasa/PNAS)

Novo estudo publicado pela revista “PNAS”, da Academia Nacional de Ciências dos EUA, alerta que a vegetação do sul da Amazônia tem um risco maior de mortalidade por causa da seca do que avalia o mais recente relatório de mudanças climáticas da ONU.

As medições de chuva apontam que, desde 1979, a estação seca amazônica tem aumentado em uma semana por década, enquanto a temporada de queimadas também tem se estendido.

O trabalho de Rong Fu, da Universidade do Texas, e sua equipe, contrasta fortemente com as previsões do painel climático da ONU, o IPCC, que considera que a estação seca na floresta amazônica deverá estar no máximo 10 dias mais longa até o fim do século, mesmo nos cenários mais negativos.

Segundo Fu, a duração da estação de seca é o mais importante fator de controle da floresta. “Se ela for muito longa, a floresta não sobrevive”, alerta o pesquisador. A estação de seca é importante porque o solo amazônico tem capacidade limitada de absorver água durante o período de chuvas, ou seja, a floresta tem um máximo de umidade de que disporá durante a estiagem.

Os autores acreditam que a mudança climática causada pelo homem é a explicação mais provável para o aumento da estação sec a na Amazônia, pois bloqueia a chegada de frentes frias subtropicais, que poderiam estimular a precipitação sobre a floresta, e, além disso, dificulta que o ar quente e seco próximo ao solo se misturar com massa frias e úmidas mais altas.

A Amazônia, em geral, costuma absorver carbono da atmosfera. No entanto, quando passa pro secas muito prolongadas, pode se tornar um ecossistema que libera carbono, contribuindo para o aquecimento global. Os pesquisadores alertam que, com o aumento das estações secas, esse processo pode se tornar norma, em vez de se exceção.

Fonte: http://g1.globo.com/

Clique aqui para acessar

banner socialempresarial

FanPage do Arajara

facebook arajara

Promoções

tag promo home

 

coleta seletiva lixoO Instituto Arajara em parceria com o Instituto Federal de Educaçao, Ciências e Tecnologias (IFCE), Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), Prefeitura Municipal de Barbalha, Secretarias de Educação e Meio Ambiente de Barbalha, estão desenvolvendo o seguinte projeto ‘COM O ARAJARA EM AÇÃO NÃO SE ENCONTRA LIXO NO CHÃO’.
Professores do Instituto Federal, trazem seus alunos e vão as escolas publicas do entorno do Arajara Park que juntamente com seus professores e alunos, promovem aulas de educação ambiental, enfatizando os cuidados com o lixo. Os alunos de baixa renda recolhem o lixo do entorno, trazem para o Instituto Arajara, sob a supervisão do IFCE e trocam o lixo por entrada ao Parque Aquático, tornando-se assim um projeto sócio-ambiental de extrema relevância.

rppn No Arajara Park está a única RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), do Sul do Ceará, reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente. Está sendo elaborado um plano de manejo que contempla nesta área especifica, educação ambiental, ecoturismo e pesquisa cientifica.

Clique na imagem para ampliar

gruta do_fariasLocalizada no Município de Barbalha, no sopé da chapada do Araripe, próximo ao disrito de Arajara, é uma gruta arenítica, da idade do cretáceo inferior, com cerca de 100 milhões de anos, onde existem registro de vida pré-histórica  e 150m de extensão. No seu teto encontram-se conjuntos de espeleotemas de grande beleza cênica, sendo a única gruta arenítica do ceará com água e a maior do nordeste, donde jorram, segundo o DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral, cerca de 200 mil litros de água por hora.

soldadinho do araripe


Descoberto nos arredores da Gruta do Farias – Arajara Park, na cidade de Barbalha - Ceará em Dezembro de 1996 por Galileu Coelho e Weber Silva. Esse passaro é símbolo de conservação da Chapada do Araripe – Decreto municipal Nº 24/2009. Única espécie existente no planeta que só habita no sopé da Chapada do Araripe.

Está ameaçado de extinção, com cerca de 800 exemplares. Tem a Gruta do Farias e suas levadas como habitat preferido.

Para contribuir com a preservação do soldadinho foram cultivadas plantas que dão frutos e alimentos, na diversidade que a espécie requer, para sua conservação e procriação.

Sobre esse belo pássaro, foram feitos e publicados vários estudos científicos.