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Chuvas torrenciais e calor incomum mataram pinguins de Magalhães. 
Mudanças climáticas mataram uma média de 7% de filhotes por ano.

pinguim de magalhues no ninho 

As mudanças climáticas intensificam o clima extremo e os bebês pinguins estão pagando o preço com suas vidas, advertiram dois estudos de longo prazo, publicados nesta quarta-feira (29).
Segundo um dos artigos, publicado na revista científica PLOS ONE, chuvas torrenciais e calor incomum mataram grande número de indivíduos jovens de pinguins de Magalhães no extremo da América do Sul.

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O que parece uma versão diferente da 'ola', é na verdade uma forma de alerta usada por cães da pradaria, roedores que habitam as pradarias da América do Norte, para se proteger do ataque de predadores.
O movimento é iniciado por um animal e passado através do grupo.

Em um estudo, cientistas canadenses concluíram que esses roedores dão pequenos pulos e emitem sons para "testar" se seus vizinhos estão alertas.

caes
Cães da pradaria são roedores que habitam as pradarias da América do Norte

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n china experimental 25391O Ministério do Meio Ambiente aproveitou o começo das negociações decisivas da 19ª conferência mundial do clima da ONU, a COP-19, que vai até sexta em Varsóvia, para lançar uma plataforma de monitoramento de seus principais planos de redução de emissões de gases-estufa.

O objetivo da ferramenta é ser um termômetro da precisão do andamento dos cinco planos do país para atingir a meta de cortar entre 36,1% e 38,9% de suas emissões de carbono até 2020.

Os eixos principais são a prevenção do desmatamento da Amazônia e do cerrado, a geração de energia com fontes renováveis, o incentivo à agricultura de baixo carbono e incentivos e melhorias no uso de carvão vegetal na indústria de ferro e aço.
Batizado de SMMARE (Sistema Modular de Monitoramento de Ações e Redução de Emissões de Gases-Estufa), o projeto deve começar a funcionar no início de 2014.

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Até 2080, bosques de líquens devem sumir dos EUA, aponta estudo.
Pesquisa aponta semelhança entre veado norte-americano e rena da Europa.

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O aquecimento do planeta poderá acabar com os bosques em que vive o veado norte-americano, aponta estudo publicado na "Nature". Segundo os pesquisadores, da Europa e da América do Norte, o animal precisa de ambientes não perturbados e ricos em líquens, ambiente que, segundo eles, está desaparecendo.

Os pesquisadores analisaram o DNA do veado norte-americano e das renas que vivem na Escandinávia e na Ásia. O objetivo era saber mais sobre como os ambientes deles foram afetados no passado e será influenciado no futuro pela mudança climática.

Segundo o estudo, as alterações no clima tiveram papel importante na evolução desses animais. Os pesquisadores estudaram a distribuição deles por 21 mil anos e descobriram que os veados no Alaska e no norte do Canadá são notavelmente semelhantes às renas que ocorrem na Europa e Ásia.

Além disso, de acordo com Marco Musiani, professor da Universidade de Calgary e um dos autores do estudo, o veado norte-americano já é uma espécie em extinção e o aquecimento do planeta significa o desaparecimento de seu habitat nos Estados Unidos e no sul do Canadá até 2080.

O veado da América do Norte se tornou isolado e evoluiu suas características durante a última glaciação, aponta o estudo. Neste momento, Europa, Ásia e Alaska eram conectadas. As renas desta região também evoluíram separadamente.

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coleta seletiva lixoO Instituto Arajara em parceria com o Instituto Federal de Educaçao, Ciências e Tecnologias (IFCE), Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), Prefeitura Municipal de Barbalha, Secretarias de Educação e Meio Ambiente de Barbalha, estão desenvolvendo o seguinte projeto ‘COM O ARAJARA EM AÇÃO NÃO SE ENCONTRA LIXO NO CHÃO’.
Professores do Instituto Federal, trazem seus alunos e vão as escolas publicas do entorno do Arajara Park que juntamente com seus professores e alunos, promovem aulas de educação ambiental, enfatizando os cuidados com o lixo. Os alunos de baixa renda recolhem o lixo do entorno, trazem para o Instituto Arajara, sob a supervisão do IFCE e trocam o lixo por entrada ao Parque Aquático, tornando-se assim um projeto sócio-ambiental de extrema relevância.

rppn No Arajara Park está a única RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), do Sul do Ceará, reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente. Está sendo elaborado um plano de manejo que contempla nesta área especifica, educação ambiental, ecoturismo e pesquisa cientifica.

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gruta do_fariasLocalizada no Município de Barbalha, no sopé da chapada do Araripe, próximo ao disrito de Arajara, é uma gruta arenítica, da idade do cretáceo inferior, com cerca de 100 milhões de anos, onde existem registro de vida pré-histórica  e 150m de extensão. No seu teto encontram-se conjuntos de espeleotemas de grande beleza cênica, sendo a única gruta arenítica do ceará com água e a maior do nordeste, donde jorram, segundo o DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral, cerca de 200 mil litros de água por hora.

soldadinho do araripe


Descoberto nos arredores da Gruta do Farias – Arajara Park, na cidade de Barbalha - Ceará em Dezembro de 1996 por Galileu Coelho e Weber Silva. Esse passaro é símbolo de conservação da Chapada do Araripe – Decreto municipal Nº 24/2009. Única espécie existente no planeta que só habita no sopé da Chapada do Araripe.

Está ameaçado de extinção, com cerca de 800 exemplares. Tem a Gruta do Farias e suas levadas como habitat preferido.

Para contribuir com a preservação do soldadinho foram cultivadas plantas que dão frutos e alimentos, na diversidade que a espécie requer, para sua conservação e procriação.

Sobre esse belo pássaro, foram feitos e publicados vários estudos científicos.